sábado, 18 de fevereiro de 2012

Pranto

Meu pranto! Oh! Meu pranto!
Sei bem porque o derramo
Mas não me cabe responder
Se insiste em saber o porquê
Pergunta a esta alma cansada
O que afinal tanto a faz chorar!
E ela lhe dirá arrependida
Talvez até de outras vidas!
Choro por deixado a poesia!

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